Energia Solar: Por que é o momento ideal para adotar essa energia na sua casa?

Uma reconfiguração da lei que licencia a geração de energia fotovoltaica pode interferir diretamente no tempo para se obter retorno sobre o investimento.

 

Entendendo a lei

Em 2012, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) regulamentou que os brasileiros pudessem gerar sua própria energia. Esse processo se chama Geração Distribuída, ou simplesmente GD, que possibilita ao cidadão implementar uma fonte de energia renovável em sua casa ou estabelecimento. Ele também pode fornecer o excedente para a rede da distribuidora e usá-lo posteriormente, como “créditos”.

Os créditos que o consumidor gerou podem ser usados para abater o valor da conta de energia de um ou mais locais (desde que a conta de energia esteja vinculada ao mesmo CPF). Por exemplo, um comerciante que implantou o sistema fotovoltaico em sua loja poderá utilizar a energia gerada tanto em seu estabelecimento quanto em sua casa, se as respectivas contas de energia estiverem registradas no mesmo CPF.

Se a pessoa gera mais energia do que consome, ela fornece o excedente à rede de distribuição. Já no caso inverso, quando a produção é insuficiente, ela passa a usar a energia proveniente da rede. Entretanto, aqueles que possuem GD não pagam os encargos e tarifas pelo uso da rede elétrica, mesmo utilizando-a. Isso faz com que o valor dessas taxas isentas seja redistribuído entre os demais consumidores, que já pagam todas as taxas regularmente.

E é justamente nessa parte que a ANEEL está propondo mudanças. O objetivo é equilibrar as tarifas para que os custos referentes ao uso da rede de distribuição sejam pagos, também, pelos consumidores que possuem GD. 

Com a mudança das tarifas de energia prevista na proposta, somente 38% da energia gerada de excedente poderá ser utilizada como crédito, diferentemente da situação atual, na qual esse valor é 100%. As taxas não foram totalmente definidas, mas esse é o valor proposto no final de 2019. Dessa maneira, o tempo de payback será diretamente afetado, ou seja, o tempo que se obtém retorno de todo o investimento feito nas placas fotovoltaicas será mais longo.

Fonte: Agência Nacional de Energia Elétrica

Por que instalar placas fotovoltaicas agora?

Caso aprovadas, as novas regras entram em vigor no final de 2020. As pessoas que já possuem geração distribuída, ou que a obterem antes da mudança da ANEEL, continuarão isentas das tarifas até 2030. 

Já os consumidores que optarem pela geração de energia solar após a aprovação das novas regras devem assim segui-las e, então, o tempo necessário para compensar o investimento realizado será maior.

Portanto, este é o melhor momento para se instalar painéis solares na sua residência ou estabelecimento comercial. Caso seu projeto seja aprovado pela concessionária de energia elétrica (em Minas, a CEMIG) ainda esse ano, você poderá aproveitar 100% daquilo que gera.

Para isso, a CPE conta com uma equipe extremamente preparada e disposta a te ajudar a economizar em até 95% na sua conta de energia todo mês. Você já parou para pensar no dinheiro que pode ser poupado a cada ano? O que acha de sair na frente em 2020?

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Segue alguns dados fornecidos no site da ANEEL sobre a nova mudança:

Fonte: Agência Nacional de Energia Elétrica

Fonte: Agência Nacional de Energia Elétrica

Pedro AraújoHead de Vendas