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Entre os diversos setores produtivos, a digitalização para o ambiente online parece ser mais difícil ou complicado para alguns, o que leva a entender que é chegada a hora de empresas implementarem o e-commerce na indústria e passarem a atender os clientes de forma remota.

 

Muitos fabricantes industriais estão atrasados em relação ao mercado exterior, mesmo que estejam prontos para entrar no comércio eletrônico. 

 

De forma bastante específica, a crise causada pela pandemia mundial atuou como um empurrão para que as indústrias mudassem as plataformas de vendas e marketing online. 

 

Isso gerou uma porcentagem maior e mais significativa de vendas, sem qualquer tipo de contato, com os segmentos, principalmente os clientes B2B (Business To Business), ou seja, de empresas para empresas, como aquelas que precisam de manutenção de máquinas industriais.

 

O marketing digital e as vendas, a partir de então, tendem a se mostrar cada vez mais importantes, à medida que o trabalho remoto se torna mais confiável e acessível entre compradores e vendedores no modelos de negócios B2B. 

 

Aumento de vendas com e-commerce na indústria 

O comércio eletrônico, ou e-commerce na indústria está pronto para alcançar muito mais do que simplesmente acomodar, e se ajustar, ao distanciamento social, que tende a reduzir com o passar do tempo. 

 

De fato, o que as empresas que realizam manutenção industrial planejam é passar de praticamente zero de vendas online para uma porcentagem significativa de toda a renda nos próximos anos. 

 

O e-commerce está no radar da maioria das indústrias, e algumas já estão expandindo os negócios no ambiente virtual.

 

É possível encontrar empresas que estejam vendendo diretamente para clientes, no modelo B2C (Business To Consumer), uma gama diversificada de produtos vendidos, tradicionalmente, por lojas especializadas e que atendem no varejo. 

 

Ainda assim, o B2B toma grande parte dos setores de vendas, o que é pertinente aos produtos oferecidos ao mercado consumidor, e toda a logística que envolve os processos produtivos e de entrega ao consumidor final. 

 

Os canais de e-commerce podem mudar os modelos de negócios e operacionais para abrir uma série de benefícios, incluindo preservar e proteger as vendas no caso de qualquer outra crise mundial.

 

Dessa forma, o plano de implementação do e-commerce na indústria é aumentar o alcance de novos segmentos de clientes, incluindo dados sobre hábitos e necessidades, e melhorar receitas e redução de custo de atendimento ao reduzir o marketing e as vendas presenciais. 

 

A ideia é gerar margens maiores de lucro vendendo mais produtos como placa energia solar e serviços com a proporcionalidade que o comércio eletrônico oferece. 

 

Conseguir isso pode parecer difícil, mas as empresas que implementarem o e-commerce na indústria vão enfrentar riscos e desafios, mas estará, com certeza, um passo à frente da concorrência que não perseguir o caminho que o mercado consumidor está trilhando. 

 

Sendo assim, alcançar as ambições e objetivos do e-commerce requer mudanças fundamentais nos modelos operacionais e de negócios, principalmente quando voltados para fabricantes e distribuidores. 

 

Uma empresa de engenharia civil que atua no setor industrial deve se atualizar em várias frentes para apoiar plataformas de comércio eletrônico bem-sucedidas, incluindo abordagens totalmente novas para:

 

  •          • Atendimento ao cliente;
  •          • Marketing digital;
  •          • Publicidade tradicional;
  •          • Sortimento e embalagens de produtos.

 

Desde o princípio da pandemia, a força de trabalho e as tendências comportamentais, que estavam minimamente estabelecidas há anos, se mostram como uma forte vertente para que os setores industriais adotem o comércio eletrônico. 

 

Basta considerar que muitos compradores B2B preferem pesquisar produtos online, e a grande maioria prefere a segurança online em vez de falar com um representante de vendas. 

 

Implementação de e-commerce na indústria

Um novo cenário se apresenta nesses tempos em que tudo está sendo digitalizado e o comércio eletrônico ganha espaço nas mais diversas frentes produtivas. 

 

As indústrias que produzem filtros a vácuo, assim como outras empresas do setor, querem expandir os negócios e não perder clientes para a concorrência. 

 

Dessa forma, é preciso implementar o e-commerce na indústria da maneira correta, utilizando as ferramentas disponíveis e com equipes dedicadas para isso. 

 

    1. O que fabricantes podem vender online?

 

Ao contrário dos varejistas online tradicionais, a maioria dos fabricantes provavelmente venderá por meio de uma combinação de modelos de compra, incluindo vendas online diretas puras, ou seja, pesquisa e compra. 

 

Isso exige que as empresas que trabalham como centro de usinagem, entre outras, assim como distribuidores e outros canais de entrega, definam a criação de uma plataforma online rica em dados de produtos, funções de compra fáceis e suporte total ao cliente. 

 

Assim como as empresas que já estão estabelecidas no mercado, o e-commerce na indústria precisa oferecer um serviço multichannel, ou omnichannel, para oferecer aos clientes uma experiência satisfatória.

 

    2. Definição de produtos disponíveis online

 

Os fabricantes devem estar cientes quanto aos desafios quando se estabelece para o marketing e vendas digitais. 

 

Entre os desafios está decidir, por exemplo, quais os produtos que estarão à disposição dos clientes, como peças de reposição, ou aqueles mais complexos, que podem exigir vendas muito pessoais e datadas, e que exigem um serviço de pós-venda totalmente integrado. 

 

Para muitas indústrias, este será um território completamente novo, e pode ser um empreendimento altamente complexo. 

 

No início, as empresas devem examinar todo o portfólio de produtos de uma maneira completamente diferente. Será preciso segmentar as peças de acordo com a necessidade de demanda de mercado. 

 

Em outras palavras, é preciso definir quais os produtos, ou mesmo serviços, que devem ser oferecidos como reposição, e que podem ser vendidos online de maneira razoável e de fácil inserção no mercado. 

 

Parte desse levantamento dependerá da complexidade dos produtos, além de considerações sobre o tipo de informação e experiência que a própria empresa pode oferecer aos usuários. 

 

Com isso, a empresa pode criar a própria plataforma de e-commerce para indústria ou pode trabalhar com um serviço terceirizado, assim como um conjunto habitacional precisa contratar uma administração de condomínios em São Paulo para cuidar de tarefas específicas. 

 

    3. Uma experiência digital como o cliente espera

 

Após a avaliação sobre o que pode ser vendido online, as empresas devem oferecer uma plataforma de e-commerce com uma série de funcionalidades que os clientes esperam. 

 

Cada vez mais, os clientes B2B procuram por uma experiência digital rápida, segura, personalizada, com disponibilidade 24 horas por dia, todos os 7 dias da semana. Da mesma forma que eles encontram no comércio varejista online de outros setores. 

 

De qualquer forma, é preciso ir além de catálogos e preços online. Para garantir uma experiência satisfatória, é preciso incluir opções de configuração e visualização personalizada, preços e produtos específicos e de interesse do cliente, além de disponibilidade no estoque.

 

Tem mais, pois é preciso incluir promoções e marketing direcionado, histórico de pedidos, rastreamento de produtos, suporte online ao produto e serviço pós-venda. 

 

    4. Alteração na dinâmica de distribuição e suprimento

 

O comércio eletrônico B2B e B2C provavelmente forçará as indústrias a repensar em diferentes questões do modelo de negócios. 

 

Uma das consequências mais significativas do desenvolvimento de uma plataforma de comércio eletrônico trata do impacto nos canais e redes de distribuição existentes, e toda a logística que envolve esses setores. 

 

Isso pode implicar em conflito com distribuidores que não se alinham bem, ou acomodam um novo híbrido de comércio eletrônico online e offline.

 

Alguns distribuidores, em uma tentativa de evitar se tornarem irrelevantes, podem aumentar os esforços digitais de maneira que se adequem, com segurança, junto aos fabricantes e clientes finais. 

 

De uma maneira ou de outra, isso deve ser gerenciado com cadência, para que a logística não fique prejudicada e, consequentemente, a marca junto ao mercado consumidor. 

 

Desafios podem beneficiar a longo prazo

Apesar dos desafios envolvidos, há incentivos para que as empresas busquem a evolução das vendas e do marketing digital. 

 

Quando feito de maneira correta, a construção de canais digitais B2B e B2C podem abrir novas oportunidades de negócios, incluindo a redução de custo de atendimento, aumento de valor para os clientes e obtenção de vantagem competitiva.

 

Além disso, é possível expandir a base de clientes e aumentar a fidelidades dos consumidores existentes. 

 

Conclusão

Para finalizar, é importante destacar que as empresas devem entender sobre a jornada do cliente e melhorar a experiência para, enfim, firmar o e-commerce na indústria com todas as honras. 

 

A jornada ao longo de um roteiro de e-commerce requer diversos recursos, mas o fundamental é entender que o aprimoramento leva a um marketing bem-sucedido em todos os segmentos quando se trata de consumidores, ou seja, tanto B2B quanto B2C.

 

Com isso, é possível compreender, e confirmar, que os funcionários com cursos profissionalizantes e distribuidores estão preparados para atender às necessidades e preferências dos clientes. 

 

Outros marcos importantes que os clientes esperam incluem fornecer dados, conteúdo e preços online sobre produtos e serviços.

 

Além disso, a empresa deve integrar a tecnologia certa para facilitar as vendas e o marketing, e garantir que as cadeias de suprimentos e a logística estejam alinhadas, de forma estrita, às novas formas de e-commerce, incluindo a venda e disponibilidade de serviço pós-venda. 

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Business Connection, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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